Atualização em 6 de setembro de 2026: A jornalista e advogada Ceres Vieira morreu na madrugada de sábado (5), aos 63 anos, em Ponta Grossa, no Paraná. Segundo o Diário dos Campos, Ceres enfrentava graves problemas de saúde e morreu após um choque séptico decorrente do agravamento de uma pneumonia. Ela tinha doença celíaca e, nos meses anteriores, havia enfrentado pancreatite e um quadro severo de desnutrição. A campanha de arrecadação abordada nesta reportagem havia sido criada pela família para ajudar a custear seu tratamento. O Eu Celíaca lamenta a morte de Ceres e manifesta solidariedade aos familiares e amigos.
Ceres Vieira, jornalista e advogada de Ponta Grossa, está intubada após um quadro de pneumonia evoluir para choque séptico, segundo a família. Campanha busca R$ 100 mil para ajudar nas despesas do tratamento.
A família da jornalista e advogada Ceres Vieira, de Ponta Grossa, no Paraná, criou uma vaquinha para ajudar a custear o tratamento da profissional, internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Unimed da cidade.
Ceres tem doença celíaca e enfrenta uma sequência de problemas de saúde desde maio. De acordo com o relato publicado pelas filhas na campanha, ela teve pancreatite, desenvolveu um quadro grave de desnutrição e, na internação mais recente, apresentou pneumonia, que evoluiu para choque séptico.
A jornalista está intubada e recebe cuidados intensivos.
A vaquinha foi criada em 25 de agosto, por Marina Angélica de Oliveira, filha de Ceres, com a meta de arrecadar R$ 100 mil.
Na consulta realizada pelo Eu Celíaca em 28 de agosto de 2026, a campanha registrava R$ 31.124,68 em contribuições. O valor é atualizado continuamente pela plataforma.
Família relata gastos de aproximadamente R$ 95 mil
Segundo a família, Ceres está em tratamento há quase quatro meses. As despesas acumuladas desde o início do quadro chegariam a aproximadamente R$ 95 mil, dos quais cerca de R$ 70 mil corresponderiam aos primeiros 11 dias da internação atual.
Os custos informados incluem permanência na UTI, medicamentos, exames, dieta parenteral e outros cuidados necessários. A internação ocorre em caráter particular, conforme a descrição da vaquinha.
Ao Diário dos Campos, Marina informou, no dia em que a campanha foi lançada, que a mãe havia apresentado uma pequena melhora. Apesar disso, o quadro permanecia grave e exigia cuidados intensivos.
Quem é Ceres Vieira
Ceres Regina Aguiar Vieira construiu sua trajetória profissional no jornalismo e no Direito em Ponta Grossa e na região dos Campos Gerais.
Formada em Jornalismo pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), em 1993, trabalhou nas redações do extinto Diário da Manhã e da Rede Massa, além de atuar na comunicação da Prefeitura de Castro, em assessoria parlamentar e na produção de publicações regionais. Em 2012, concluiu a graduação em Direito pela Faculdade União e passou a atuar também como advogada. Seu perfil profissional no LinkedIn e o Instagram público de Ceres apresentam a mesma atuação: “advogada e jornalista”.
Em um relato publicado após a criação da vaquinha, o jornalista Eduardo Vaz afirmou que trabalhou com Ceres em mais de uma ocasião e que conhece suas filhas, Marina e Gabriela. O depoimento reforça o vínculo familiar e a legitimidade do pedido, embora não substitua documentos médicos ou financeiros.
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O que foi possível verificar sobre a campanha
Antes de divulgar o pedido de ajuda, o Eu Celíaca cruzou as informações disponíveis em diferentes fontes. A apuração confirmou que:
- a campanha existe e está ativa na plataforma Vakinha, sob o número 6290162;
- a organizadora identificada é Marina Angélica de Oliveira;
- Marina é apresentada como filha de Ceres pela própria campanha e por veículos locais que falaram com a família;
- a identidade, a cidade e a trajetória profissional de Ceres são coerentes com seu perfil público e com registros jornalísticos anteriores;
- profissionais da imprensa local que conhecem Ceres e suas filhas divulgaram o pedido de ajuda.
Os detalhes do quadro clínico, das despesas e da evolução do tratamento, no entanto, foram fornecidos pela família. Não há prontuários, notas hospitalares ou comprovantes financeiros expostos publicamente. Por esse motivo, essas informações são apresentadas na reportagem sempre com a devida atribuição — “segundo a família” — e não como dados médicos verificados de forma independente.
Doença celíaca, má absorção e desnutrição
A doença celíaca é uma condição autoimune crônica desencadeada pela ingestão de glúten em pessoas geneticamente predispostas. O Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde reconhece que a doença pode se manifestar com má absorção de nutrientes, perda de peso e deficiências nutricionais.
Isso não permite concluir, apenas pelas informações públicas, que a doença celíaca tenha causado a pancreatite, a pneumonia ou o choque séptico enfrentados por Ceres. A reportagem registra a sequência relatada pela família sem estabelecer uma relação causal que não foi demonstrada.
Como ajudar com segurança
As doações devem ser feitas somente pela página oficial da campanha ou pela chave Pix gerada pela própria plataforma:
- Campanha: Tratamento Ceres — Vakinha
- Identificação: 6290162
- Meta: R$ 100 mil
- Responsável: Marina Angélica de Oliveira
- Pix oficial da campanha: 6290162@vakinha.com.br
Para evitar golpes, confira se o link leva ao domínio vakinha.com.br, se o título exibido é “Tratamento Ceres” e se a organizadora informada é Marina Angélica de Oliveira. Não utilize chaves Pix copiadas de comentários ou enviadas por perfis não identificados.
Quem não puder contribuir financeiramente pode ajudar compartilhando o endereço oficial da vaquinha. A família informa que eventual quantia não utilizada no tratamento e na recuperação de Ceres será destinada a outra pessoa ou família em situação semelhante.
Perguntas frequentes
A vaquinha para Ceres Vieira é verdadeira?
A existência da campanha, a identidade de Ceres e o vínculo da organizadora com a jornalista foram confirmados por fontes públicas coerentes. Os dados médicos e financeiros detalhados são informações fornecidas pela família e não foram comprovados por documentos expostos publicamente.
Quem organizou a campanha?
A vaquinha foi criada por Marina Angélica de Oliveira, identificada como filha de Ceres Vieira.
Qual é o Instagram de Ceres Vieira?
O perfil público confirmado é @ceresvieira. A bio a identifica como advogada e jornalista.
Como ajudar sem fazer uma doação?
É possível colaborar compartilhando o link oficial da campanha. A divulgação deve preservar o endereço da plataforma e os dados de identificação da vaquinha para reduzir o risco de fraude.
Fontes consultadas
- Campanha Tratamento Ceres — Vakinha
- Diário dos Campos
- D’Ponta News
- Página Um News
- BnT Online
- Blog do Johnny
- Blog do Dudu
- PCDT da Doença Celíaca — Ministério da Saúde
Este conteúdo tem caráter exclusivamente educativo e informativo. As informações apresentadas não substituem consulta médica, diagnóstico clínico ou orientação nutricional individualizada. Esta matéria foi elaborada com base em fontes de matérias divulgadas na internet. O Eu Celíaca não recebe patrocínio de laboratórios, indústria farmacêutica ou fabricantes de produtos sem glúten. Eu Celíaca©. Todos os direitos reservados. Reprodução parcial ou total permitida somente com citação da fonte e link para o conteúdo original.











