Home / Notícias / Jennifer Esposito: diagnóstico de doença celíaca veio após internação psiquiátrica e perda de um dente

Jennifer Esposito: diagnóstico de doença celíaca veio após internação psiquiátrica e perda de um dente

Jennifer Esposito

Atenção: esta reportagem menciona depressão e pensamentos suicidas. Pessoas em sofrimento podem buscar atendimento em uma UBS, CAPS, UPA ou pronto-socorro. Em risco imediato, acione o SAMU pelo 192. O Centro de Valorização da Vida oferece apoio emocional gratuito pelo telefone 188.

A atriz americana Jennifer Esposito, conhecida por produções como Blue Bloods, NCIS, Samantha Who? e The Boys, voltou a falar sobre uma fase devastadora de sua vida: os anos em que conviveu com sintomas físicos e mentais graves sem saber que tinha doença celíaca.

Em um episódio do podcast Heal Squad, apresentado por Maria Menounos e publicado em 11 de agosto de 2026, Jennifer relatou crises de pânico, depressão profunda, pensamentos suicidas, queda de cabelos e unhas, problemas digestivos e até a perda de um dente durante uma gravação.

Segundo a atriz, antes que a causa física fosse investigada adequadamente, ela foi internada em uma unidade psiquiátrica e tratada com diferentes medicamentos. O diagnóstico de doença celíaca somente viria mais tarde.

O caso de Jennifer Esposito é individual e não permite afirmar que a doença celíaca tenha sido a única causa de todas as complicações relatadas. Mas sua história chama atenção para um problema documentado pela ciência: a doença celíaca pode se manifestar fora do intestino e permanecer sem diagnóstico por muitos anos.

 

 

O que aconteceu com Jennifer Esposito antes do diagnóstico?

Jennifer Esposito afirma que conviveu durante décadas com sintomas digestivos, fadiga, crises de pânico e problemas físicos progressivos. Quando sua saúde se deteriorou, os sintomas foram interpretados principalmente como estresse ou transtornos psiquiátricos. Ela relata que chegou a ser internada em uma unidade psiquiátrica e que teve pensamentos suicidas. Somente depois de consultar diversos profissionais recebeu o diagnóstico de doença celíaca e iniciou o tratamento.

O episódio completo está disponível no Heal Squad, no Apple Podcasts.

 

 

Queda de cabelos, unhas e um dente perdido durante a gravação

A situação se agravou durante as gravações da série Samantha Who?, exibida entre 2007 e 2009.

Jennifer contou que seus cabelos começaram a cair, suas unhas estavam se desprendendo e, em determinado momento, um dente caiu no meio de uma cena. A atriz descreveu o episódio como um ponto de ruptura, no qual percebeu que precisava encontrar uma explicação para o que estava acontecendo.

Além dos sinais físicos, ela enfrentava crises de pânico, alterações de humor, profundo cansaço e problemas digestivos. Segundo Jennifer, alguns profissionais atribuíram o conjunto de sintomas ao estresse e a questões emocionais.

A atriz classificou posteriormente essa experiência como uma forma de *medical gaslighting* — expressão utilizada quando o paciente sente que seus sintomas foram minimizados, desacreditados ou atribuídos exclusivamente a causas psicológicas.

É importante, entretanto, fazer uma distinção: pensamentos suicidas e crises psiquiátricas precisam ser tratados com seriedade e podem justificar atendimento emergencial. O problema não está em oferecer cuidado em saúde mental, mas em deixar de investigar, simultaneamente, possíveis causas e doenças físicas.

 

 

A internação psiquiátrica e a sensação de não ser acreditada

Jennifer relata que chegou ao sistema de saúde dizendo que sentia que estava “saindo de si”. Em vez de uma investigação clínica mais ampla, foi encaminhada para uma unidade psiquiátrica.

A experiência já havia sido mencionada pela atriz em entrevistas anteriores. Em 2016, ela contou à revista SELF que foi internada em uma ala psiquiátrica quando acreditava que seu organismo estava entrando em colapso. Naquele período, também enfrentava queda de cabelos, cílios e unhas.

Em 2024, durante participação no podcast MeSsy, Jennifer voltou a falar sobre os anos em que considerava normais as crises de pânico, os problemas digestivos, a fadiga extrema, os vômitos e as alterações de humor. Segundo ela, como esses sintomas faziam parte de sua vida desde muito cedo, aprendeu a escondê-los ou a conviver com eles.

O novo episódio do Heal Squad, publicado em 11 de agosto de 2026, trouxe detalhes ainda mais duros, incluindo depressão profunda e pensamentos suicidas.

 

 

O diagnóstico de doença celíaca que mudou sua história

Jennifer conta que, depois de passar por diversos profissionais, finalmente encontrou uma médica disposta a ouvir todo o histórico e solicitar uma investigação mais ampla.

Dois dias depois dos exames, recebeu o diagnóstico de doença celíaca. Segundo sua lembrança, a médica teria descrito o quadro como um dos casos mais graves que já havia encontrado.

Essa expressão não representa uma classificação clínica padronizada da doença celíaca. A gravidade costuma ser avaliada por um conjunto de fatores, como sintomas, deficiências nutricionais, exames sorológicos, extensão das alterações intestinais, complicações e comprometimento de outros órgãos.

Jennifer também afirmou que foi informada de que seu fígado estaria falhando. Como não há prontuários ou resultados laboratoriais públicos, não é possível determinar qual era exatamente a alteração hepática apresentada pela atriz.

 

 

Doença celíaca pode afetar o fígado?

Sim. A doença celíaca pode estar associada a alterações hepáticas, principalmente à elevação das enzimas conhecidas como transaminases.

Uma revisão científica mostrou que muitos pacientes com doença celíaca e elevação inexplicada dessas enzimas apresentam normalização dos resultados entre seis e 12 meses após o início de uma dieta sem glúten rigorosa.

Entretanto, enzimas hepáticas elevadas não são sinônimo de falência do fígado. Insuficiência hepática é uma condição clínica muito mais grave e pode ter diferentes causas.

Por isso, a afirmação de que o fígado de Jennifer estava falhando deve ser entendida como parte do relato pessoal da atriz, sem confirmação independente sobre a natureza ou a extensão do comprometimento.

 

 

Doença celíaca, depressão e crises de pânico: o que a ciência já sabe?

A doença celíaca não afeta apenas o intestino. Ansiedade, depressão, fadiga, alterações cognitivas e outros sintomas neuropsiquiátricos são descritos na literatura científica.

Uma meta-análise publicada em 2024 encontrou, nas pessoas com doença celíaca:

  • chances 2,26 vezes maiores de ansiedade;
  • chances 3,36 vezes maiores de sintomas depressivos.

Esses números demonstram associação estatística, mas não provam que a doença celíaca seja a única causa de ansiedade ou depressão.

A relação provavelmente envolve diversos fatores:

  • inflamação e resposta imunológica;
  • deficiência de ferro, folato, vitamina B12, vitamina D, zinco e outros nutrientes;
  • sintomas físicos persistentes;
  • fadiga e dor;
  • anos sem diagnóstico;
  • impacto social e financeiro da doença;
  • medo de contaminação cruzada;
  • isolamento e restrições alimentares;
  • experiência de não ser acreditado por profissionais ou familiares.

Jennifer afirma que, depois do diagnóstico e da recuperação nutricional, deixou de ter crises de pânico. Essa foi a experiência dela e não deve ser transformada em uma promessa universal.

Algumas pessoas apresentam melhora importante da saúde mental após o tratamento da doença celíaca. Outras continuam precisando de acompanhamento psicológico ou psiquiátrico. A dieta sem glúten não deve ser apresentada como substituta de psicoterapia, medicamentos ou atendimento emergencial quando essas intervenções são necessárias.

Leia também: Doença celíaca e depressão: como o glúten, a inflamação intestinal e a má absorção afetam o cérebro.

 

 

A doença celíaca pode fazer um dente cair?

A perda de um dente permanente em um adulto não é considerada uma manifestação clássica ou exclusiva da doença celíaca.

A doença está relacionada principalmente a alterações como:

  • defeitos na formação do esmalte;
  • manchas brancas, amareladas ou amarronzadas;
  • sulcos ou pequenas depressões nos dentes;
  • esmalte mais fino ou malformado;
  • aftas recorrentes;
  • atraso da erupção dentária;
  • boca seca;
  • alterações decorrentes de deficiências nutricionais.

Os defeitos de esmalte considerados mais característicos costumam ser simétricos e atingir dentes correspondentes dos dois lados da boca, especialmente incisivos e molares.

Uma revisão sistemática e meta-análise publicada no Journal of Dentistry encontrou maior frequência de defeitos de esmalte e aftas entre crianças com doença celíaca. Os próprios pesquisadores, porém, alertaram que os resultados deveriam ser interpretados com cautela devido ao risco de viés dos estudos. Em adultos, havia poucas pesquisas para estabelecer conclusões firmes.

No caso de Jennifer, a perda do dente pode ter ocorrido em um contexto de doença sistêmica, má absorção, enfraquecimento do esmalte, alterações ósseas ou outros problemas odontológicos. Mas não é possível atribuir o acontecimento exclusivamente à doença celíaca sem acesso à avaliação odontológica e ao histórico daquele dente.

Cáries extensas, doença periodontal, trauma, infecções, problemas na raiz e perda de suporte ósseo também podem provocar a perda dentária.

Leia também: Dentista explica como identificar a doença celíaca antes dos sintomas intestinais.

 

 

Por que cabelos e unhas podem ser afetados?

Queda de cabelos e alterações nas unhas são sinais inespecíficos. Podem acontecer em diferentes doenças, situações de estresse intenso, alterações hormonais e deficiências nutricionais.

Na doença celíaca não tratada, a lesão intestinal pode reduzir a absorção de nutrientes essenciais. Entre as alterações que precisam ser investigadas estão as deficiências de:

  • ferro;
  • ferritina;
  • folato;
  • vitamina B12;
  • vitamina D;
  • cálcio;
  • zinco;
  • proteínas.

A deficiência de ferro pode contribuir para fadiga e queda de cabelo. Alterações de zinco e proteínas também podem afetar cabelos, pele e unhas. Isso não significa que toda queda capilar seja causada pela doença celíaca, mas a combinação com sintomas digestivos, anemia ou outras manifestações pode justificar investigação.

Leia também: Deficiências nutricionais na doença celíaca: o que monitorar no diagnóstico e no seguimento.

 

 

O que o relato da atriz permite afirmar?

Relato de Jennifer Esposito O que as evidências permitem afirmar
Crises de pânico, depressão e pensamentos suicidas Ansiedade e sintomas depressivos são mais frequentes na doença celíaca, mas possuem causas multifatoriais e exigem cuidado próprio.
Um dente caiu durante uma gravação A doença celíaca está associada a defeitos de esmalte e manifestações bucais, mas a queda de um dente adulto não pode ser atribuída exclusivamente à doença.
Cabelos, cílios e unhas caíram Deficiências nutricionais podem contribuir, mas esses sinais não são específicos da doença celíaca.
O fígado estaria falhando Alterações nas enzimas hepáticas podem ocorrer, mas falência hepática é diferente e não foi confirmada por documentos públicos.
As crises de pânico desapareceram após o tratamento Algumas pessoas melhoram após a dieta sem glúten e a correção das deficiências, mas a resposta não é igual para todos.

 

 

O diagnóstico tardio da doença celíaca ainda é um problema real

A história de Jennifer não é uma prova científica isolada, mas se encaixa em um problema amplamente documentado: pessoas com doença celíaca podem passar muitos anos procurando uma explicação para sintomas aparentemente desconectados.

Um estudo publicado em 2011 encontrou média de 9,7 anos entre os primeiros sintomas e o diagnóstico.

Mesmo depois da primeira consulta relacionada aos sintomas, a espera média foi de 5,8 anos.

Em uma pesquisa finlandesa com 611 pacientes, 332 — aproximadamente 54% dos participantes — relataram atraso diagnóstico de pelo menos três anos. Esse grupo apresentou menor bem-estar, mais consultas médicas, mais dias de afastamento e maior utilização de medicamentos para problemas digestivos e antidepressivos.

No Brasil, uma pesquisa publicada em 2025 avaliou 105 pessoas com doença celíaca vinculadas à ACELBRA-DF. Entre os participantes, 67% relataram ter recebido o diagnóstico somente depois de oito anos ou mais de sintomas.

Por ser um estudo transversal realizado com integrantes de uma associação, esse resultado não representa necessariamente todos os celíacos brasileiros. Ainda assim, mostra que trajetórias longas até o diagnóstico também são encontradas no país.

Leia também: O nutricionista pode ajudar a diagnosticar a doença celíaca? O que a ciência descobriu.

 

 

Por que sintomas fora do intestino podem atrasar o diagnóstico?

A imagem mais conhecida da doença celíaca ainda envolve diarreia, perda de peso, barriga inchada e desnutrição. Mas nem todos os pacientes apresentam esse quadro clássico.

Em alguns casos, os sinais predominantes podem ser:

  • anemia persistente;
  • fadiga;
  • osteopenia ou osteoporose;
  • aftas recorrentes;
  • defeitos no esmalte dentário;
  • neuropatia;
  • dores de cabeça;
  • infertilidade;
  • alterações de humor;
  • elevação de enzimas hepáticas;
  • dermatite herpetiforme;
  • queda de cabelos;
  • deficiência de vitaminas e minerais.

Quando cada sintoma é avaliado separadamente, o paciente pode circular entre gastroenterologista, dentista, dermatologista, neurologista, psiquiatra, ginecologista e outros profissionais sem que alguém conecte todas as manifestações.

Por isso, uma anamnese completa, com histórico familiar, sintomas digestivos e extraintestinais, doenças autoimunes e deficiências nutricionais, pode ser decisiva.

Leia também: O iceberg dos sintomas da doença celíaca: por que tantos casos são subdiagnosticados.

 

 

Sintomas psiquiátricos não devem ser ignorados — nem explicar tudo sozinhos

O caso de Jennifer Esposito traz uma reflexão necessária: reconhecer ansiedade ou depressão não deveria interromper a investigação de sintomas físicos.

Uma pessoa pode ter um transtorno de saúde mental e, simultaneamente, doença celíaca, anemia, alterações hormonais, deficiências nutricionais ou outra condição clínica.

Da mesma forma, não se deve partir para o extremo oposto e concluir que todo quadro de depressão, ansiedade ou pânico seja causado pelo glúten.

A avaliação precisa ser integrada. O sofrimento mental é real e merece tratamento, independentemente de existir ou não uma doença física associada.

 

 

O que fazer quando existe suspeita de doença celíaca?

Sintomas mentais, queda de cabelo ou problemas dentários isolados não confirmam doença celíaca. Entretanto, a combinação desses sinais com anemia, sintomas digestivos, deficiências nutricionais, doenças autoimunes ou histórico familiar deve ser discutida com um profissional de saúde.

A investigação inicial costuma incluir:

  • anticorpo anti-transglutaminase tecidual IgA;
  • dosagem de IgA total;
  • exames baseados em IgG quando existe deficiência de IgA ou indicação específica;
  • endoscopia com biópsias do duodeno, conforme idade, resultados e avaliação médica;
  • investigação de anemia e deficiências nutricionais.

Os exames precisam ser realizados enquanto a pessoa ainda consome glúten, salvo orientação médica específica. Retirar o glúten antes da investigação pode reduzir os anticorpos, iniciar a recuperação intestinal e produzir resultados falsamente negativos.

 

 

Leia também:

 

 

O tratamento de Jennifer não deve ser copiado sem avaliação profissional

Jennifer relata que, além de retirar o glúten, excluiu temporariamente outros alimentos e utilizou vitaminas por via intravenosa. No podcast, também menciona o protocolo alimentar autoimune, conhecido como dieta AIP.

Essas estratégias fazem parte de sua experiência pessoal, mas não representam o tratamento padrão para todas as pessoas com doença celíaca.

O tratamento reconhecido é uma dieta rigorosamente sem glúten por toda a vida, com prevenção da contaminação cruzada, avaliação nutricional e acompanhamento da recuperação.

A exclusão adicional de leite, soja, milho, açúcar ou outros grupos alimentares não é necessária para todos os celíacos e pode aumentar restrições e deficiências quando realizada sem indicação. Da mesma forma, vitaminas intravenosas não substituem a investigação das deficiências e não são recomendadas rotineiramente para todos os pacientes.

 

 

Perguntas frequentes

A doença celíaca pode causar depressão?

Existe associação entre doença celíaca, depressão e ansiedade, mas não é possível afirmar que todos os casos sejam causados pela doença. Inflamação, deficiências nutricionais, sintomas persistentes e fatores sociais podem participar dessa relação.

A doença celíaca pode provocar crises de pânico?

Crises de pânico foram relatadas por Jennifer Esposito e sintomas de ansiedade são mais frequentes entre pessoas com doença celíaca. Entretanto, crises de pânico precisam de avaliação específica e não confirmam doença celíaca.

Um dente pode cair por causa da doença celíaca?

A doença celíaca está associada principalmente a defeitos de esmalte, aftas e outras manifestações bucais. A queda de um dente adulto é multifatorial e não deve ser atribuída exclusivamente à doença sem avaliação odontológica.

A doença celíaca pode afetar o fígado?

Sim. Algumas pessoas apresentam elevação de enzimas hepáticas, que pode melhorar após o tratamento. Isso é diferente de falência hepática e outras causas precisam ser investigadas quando as alterações persistem.

A dieta sem glúten pode curar depressão?

Não se deve apresentar a dieta sem glúten como cura para depressão. Em pessoas com doença celíaca, o tratamento pode contribuir para melhora de alguns sintomas, mas acompanhamento psicológico ou psiquiátrico pode continuar sendo necessário.

Devo retirar o glúten para descobrir se meus sintomas melhoram?

Não antes dos exames. A retirada do glúten pode alterar a sorologia e a biópsia, dificultando ou impedindo a confirmação do diagnóstico.

 

 

O alerta deixado pela história de Jennifer Esposito

O ponto mais importante da história de Jennifer não é concluir que toda depressão, crise de pânico, queda de cabelo ou alteração dentária seja provocada pela doença celíaca.

O alerta está na necessidade de olhar para o paciente como um todo.

Sintomas digestivos e extraintestinais podem coexistir. Saúde física e saúde mental não são universos separados. Uma hipótese psiquiátrica não deveria impedir a investigação clínica, assim como a descoberta de uma doença autoimune não elimina a necessidade de cuidar da saúde mental.

Depois de décadas acreditando que precisava apenas suportar o sofrimento, Jennifer encontrou uma explicação médica e iniciou o tratamento. Seu relato não substitui estudos nem prontuários, mas ajuda a dar visibilidade a uma realidade confirmada pelas pesquisas: a doença celíaca pode permanecer escondida durante anos quando seus sinais aparecem longe do intestino.

 

 

Referências científicas e fontes

  1. Heal Squad x Maria Menounos. Jennifer Esposito: The Celiac Disease Doctors Missed, Medical Gaslighting & Healing Her Gut. Apple Podcasts. Publicado em 11 ago. 2026.
  2. Holmes M. “Blue Bloods” Star Details Terrifying Health Struggle & How She Recovered. TV Insider. Publicado em 12 ago. 2026.
  3. Etienne V. Jennifer Esposito Recalls Being Diagnosed with the “Worst Case” of Celiac Disease Her Doctor’s Ever Seen. People. Publicado em 11 jun. 2024.
  4. Miller K. Jennifer Esposito’s Tooth Fell Out Due To Untreated Celiac Disease. SELF.
  5. Moawad MHE, Serag I, Shalaby MM, et al. Anxiety and depression among adults and children with celiac disease: a meta-analysis of different psychiatry scales. Psychiatr Res Clin Pract. 2024;6(4):124-133. doi:10.1176/appi.prcp.20230076.
  6. Nieri M, Tofani E, Defraia E, Giuntini V, Franchi L. Enamel defects and aphthous stomatitis in celiac and healthy subjects: systematic review and meta-analysis of controlled studies. J Dent. 2017;65:1-10. doi:10.1016/j.jdent.2017.07.001.
  7. Inchingolo AD, Dipalma G, Viapiano F, et al. Celiac disease-related enamel defects: a systematic review. J Clin Med. 2024;13(5):1382. doi:10.3390/jcm13051382.
  8. Norström F, Lindholm L, Sandström O, Nordyke K, Ivarsson A. Delay to celiac disease diagnosis and its implications for health-related quality of life. BMC Gastroenterol. 2011;11:118. doi:10.1186/1471-230X-11-118.
  9. Fuchs V, Kurppa K, Huhtala H, et al. Delayed celiac disease diagnosis predisposes to reduced quality of life and incremental use of health care services and medicines: a prospective nationwide study. United European Gastroenterol J. 2018;6(4):567-575. doi:10.1177/2050640617751253.
  10. Bueno MC, Costa MCN, Maynard DC. A participação do nutricionista no processo do diagnóstico da doença celíaca em portadores da doença. Braz J Implantol Health Sci. 2025;7(4):553-568. doi:10.36557/2674-8169.2025v7n4p553-568.
  11. Villavicencio Kim J, Wu GY. Celiac disease and elevated liver enzymes: a review. J Clin Transl Hepatol. 2021;9(1):116-124. doi:10.14218/JCTH.2020.00089.
  12. Rubio-Tapia A, Hill ID, Semrad C, et al. American College of Gastroenterology guidelines update: diagnosis and management of celiac disease. Am J Gastroenterol. 2023;118(1):59-76. doi:10.14309/ajg.0000000000002075.

 

Este conteúdo tem caráter exclusivamente educativo e informativo. A matéria foi elaborada com base em artigos científicos indexados no PubMed, diretrizes nacionais e internacionais e revisões especializadas. As informações apresentadas não substituem consulta médica, diagnóstico clínico ou orientação nutricional individualizada. O Eu Celíaca não recebe patrocínio de laboratórios, indústria farmacêutica ou fabricantes de produtos sem glúten. Eu Celíaca©. Todos os direitos reservados. Reprodução parcial ou total permitida somente com citação da fonte e link para o conteúdo original.

Marcado:

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Newsletter

Fique por dentro das novidades do mundo celíaco. Inscreva-se.

Social Icons

Banner E-book Creme de Abacate_Site Eu Celíaca
SELO FEITO POR MULHERES